Em comemoração aos 25 anos de carreira o sambista Marquinhos Sá recebeu neste último sábado (20) familiares e amigos para a gravação de seu DVD na Morada do Samba. Um evento imperdível .
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Jornalista sem diploma será um excelente chefe de cozinha
Esta última semana as notícias se voltaram para quem dá as noticias. Numa discussão que não vem de hoje, o Supremo Tribunal Federal derrubou por oito votos contra um a exigência do diploma universitário para o exercício da profissão de jornalista. Apenas o ministro Marco Aurélio votou a favor da exigência.
Durante acalorada discussão dos pares distintos do Supremo (que não era de Frango) até mesmo a infeliz comparação da pratica do jornalismo com o chefe de cozinha foi argumento para justificar seu voto a favor da não exigência do diploma, talvez por não saber que exista cursos de graduação em gastronomia, e que a gastronomia é o exercício profissional dos grandes chefes de cozinha.
Sem entrar no mérito das importâncias que cada um destes profissionais tem para o deleite da sociedade contemporânea, o fato é que sem a exigência do diploma universitário, as coisas tomam tendências não muito positivas para quem investiu alguns mil reais (preço de um carro popular zero quilometro) em sua formação universitária.
É fato também que não é o hábito que faz o monge, mas a verdade é que não há espaço na contemporaneidade para os antigos jornalistas/práticos. Aqueles que entraram nas redações como faz-tudo, boy, assistentes e terminaram seus dias como chefes de redação ou até mesmo presidentes de grandes corporações.
O jornalismo moderno, linkado nas novas tecnologias e, a velocidade da virtualidade necessita sim do apoio acadêmico para sua formação. Lembro-me de meu período de faculdade, quando uma linda colega de turma (que sonhava ser repórter de televisão) me perguntava no terceiro ano se a Argentina era ou não um país (nota: seu sonho foi realizado).
Somos formadores de opinião, responsáveis por contar a história do cotidiano do tempo presente. Somos o olho que tudo vê, o grande “Big Brother”, os arautos da modernidade e não dá para ser tudo isso sem a leitura de mundo sob o olhar dos grandes pensadores de jornalismo que só a universidade é capaz de nos oferecer.
Mas, se tudo isso não é importante, vou pedir licença aos grandes mestres cuca da culinária e vou partir para a cozinha, pois sem diploma talvez o jornalista possa ser um grande chefe de cozinha.
Em respeito aos jornalistas, aos universitários de jornalismo e a população. Uma semana de paz, progresso e evolução para todos.
Durante acalorada discussão dos pares distintos do Supremo (que não era de Frango) até mesmo a infeliz comparação da pratica do jornalismo com o chefe de cozinha foi argumento para justificar seu voto a favor da não exigência do diploma, talvez por não saber que exista cursos de graduação em gastronomia, e que a gastronomia é o exercício profissional dos grandes chefes de cozinha.
Sem entrar no mérito das importâncias que cada um destes profissionais tem para o deleite da sociedade contemporânea, o fato é que sem a exigência do diploma universitário, as coisas tomam tendências não muito positivas para quem investiu alguns mil reais (preço de um carro popular zero quilometro) em sua formação universitária.
É fato também que não é o hábito que faz o monge, mas a verdade é que não há espaço na contemporaneidade para os antigos jornalistas/práticos. Aqueles que entraram nas redações como faz-tudo, boy, assistentes e terminaram seus dias como chefes de redação ou até mesmo presidentes de grandes corporações.
O jornalismo moderno, linkado nas novas tecnologias e, a velocidade da virtualidade necessita sim do apoio acadêmico para sua formação. Lembro-me de meu período de faculdade, quando uma linda colega de turma (que sonhava ser repórter de televisão) me perguntava no terceiro ano se a Argentina era ou não um país (nota: seu sonho foi realizado).
Somos formadores de opinião, responsáveis por contar a história do cotidiano do tempo presente. Somos o olho que tudo vê, o grande “Big Brother”, os arautos da modernidade e não dá para ser tudo isso sem a leitura de mundo sob o olhar dos grandes pensadores de jornalismo que só a universidade é capaz de nos oferecer.
Mas, se tudo isso não é importante, vou pedir licença aos grandes mestres cuca da culinária e vou partir para a cozinha, pois sem diploma talvez o jornalista possa ser um grande chefe de cozinha.
Em respeito aos jornalistas, aos universitários de jornalismo e a população. Uma semana de paz, progresso e evolução para todos.
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Drogas na escola:
Quando não desistir de ser educador!!!
Maconha, cocaína, crack, cigarro, anfetaminas, chá de trombeta, boa noite Cinderela, cafeína, barbitúricos, lança-perfume, esctasy, heroína, LSD, morfina, em fim uma lista cada vez maior de um pesadelo cada vez mais presente nas vidas de centenas de milhares de famílias em todo o mundo.
Por curiosidade, influências dos “amigos”, fuga aos problemas de casa ou para ganhar uma coragem extra, cada vez mais cedo, jovens e crianças procuraram no mundo das drogas o refúgio para suas inquietações. Em recente pesquisa da Unesco apontou-se que jovens experimentam drogas cada vez mais cedo e que a escola é o lugar mais associado ao seu consumo. O uso indevido de bebidas alcoólicas faz parte da vida de mais da metade dos jovens brasileiros. Por outro lado, apenas 3% e 15% das 14 capitais entrevistas (conforme a cidade), admitem usar ou ter experimentado dragas ilícitas.
A psicóloga paulista Cristina Bardelli realizou entre 140 educadores de escolas públicas de São Paulo uma pesquisa com o objetivo de desvendar qual a situação real do problema junto a estas escolas e qual fora a ação destes educadores. O resultado foi ainda mais estarrecedor. A maioria dos entrevistados tinham como verdade que o problema do alto índice de consumo de bebidas alcoólicas entre os jovens era na verdade um problema do próprio jovem e não resultado do contexto a sua volta. A mesma pesquisa aponta que a realidade do consumo de drogas lícitas e ilícitas não está reservada a penas para as escolas públicas, mas presente também entra as escolas particulares.
Quando perguntado entre alunos sobre a existência de drogas nas escolas, um número duas vezes maior ao do corpo técnico pedagógico responde afirmativamente sobre sua existência e menos de um terço dos pais tem esta consciência. Um fato que revela uma visão limitada por parte destes educadores.
Entre matemática, português, história, ciência e geografia, devem sim os educadores estarem propiciando momentos de reflexão sobre temas como drogas, sexualidade, AIDS, racismo e, assim promoverem uma maior conscientização entre estes jovens e crianças que nos são confiados.
Rever a postura e visão de mundo do educador é a palavra de ordem. Não desistir do ideal de educar e propagar valores de enalteçam o ser humano. Talvez assim possamos tirar das mãos do homem do futuro, a arma engatilhada pronta contra nós mesmos e, nossa indiferença do presente. Aos educadores de plantão o alerta necessário a construção de uma nova ordem social, contra a violência e as drogas em nossas escolas. Pense nisso e uma semana de evolução, paz e progresso.
Por curiosidade, influências dos “amigos”, fuga aos problemas de casa ou para ganhar uma coragem extra, cada vez mais cedo, jovens e crianças procuraram no mundo das drogas o refúgio para suas inquietações. Em recente pesquisa da Unesco apontou-se que jovens experimentam drogas cada vez mais cedo e que a escola é o lugar mais associado ao seu consumo. O uso indevido de bebidas alcoólicas faz parte da vida de mais da metade dos jovens brasileiros. Por outro lado, apenas 3% e 15% das 14 capitais entrevistas (conforme a cidade), admitem usar ou ter experimentado dragas ilícitas.
A psicóloga paulista Cristina Bardelli realizou entre 140 educadores de escolas públicas de São Paulo uma pesquisa com o objetivo de desvendar qual a situação real do problema junto a estas escolas e qual fora a ação destes educadores. O resultado foi ainda mais estarrecedor. A maioria dos entrevistados tinham como verdade que o problema do alto índice de consumo de bebidas alcoólicas entre os jovens era na verdade um problema do próprio jovem e não resultado do contexto a sua volta. A mesma pesquisa aponta que a realidade do consumo de drogas lícitas e ilícitas não está reservada a penas para as escolas públicas, mas presente também entra as escolas particulares.
Quando perguntado entre alunos sobre a existência de drogas nas escolas, um número duas vezes maior ao do corpo técnico pedagógico responde afirmativamente sobre sua existência e menos de um terço dos pais tem esta consciência. Um fato que revela uma visão limitada por parte destes educadores.
Entre matemática, português, história, ciência e geografia, devem sim os educadores estarem propiciando momentos de reflexão sobre temas como drogas, sexualidade, AIDS, racismo e, assim promoverem uma maior conscientização entre estes jovens e crianças que nos são confiados.
Rever a postura e visão de mundo do educador é a palavra de ordem. Não desistir do ideal de educar e propagar valores de enalteçam o ser humano. Talvez assim possamos tirar das mãos do homem do futuro, a arma engatilhada pronta contra nós mesmos e, nossa indiferença do presente. Aos educadores de plantão o alerta necessário a construção de uma nova ordem social, contra a violência e as drogas em nossas escolas. Pense nisso e uma semana de evolução, paz e progresso.
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Programa de Qualificação para animadores Culturais em Rio das Ostras
O Programa de Qualificação Profissional para Animadores Culturais de Rede Pública de Campos dos Goytacazes será um dos temas em debate durante os GTs do I Encontro Regional de Arte Educadores do Sudeste. O evento acontece na cidade de Rio das Ostras entre os dias 10 e 13 de junho. O programa será apresentado pela Coordenação de Animação Cultural da Secretaria Municipal de Educação de Campos e tem parceria com o Pólo Regional Arte na Escola da UENF. O primeiro Encontro de qualificação dos animadores de Campos aconteceu em abril deste ano na dese da Fundação Municipla de Esporte e reuniu cerca de 140 profissionais que atuam nas escolas públicas de Campos e Região.
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Seminário intermunicipal de Educação sucesso de público e de críticas
Sob o comando do educador e empresário Wainer Teixeira de Castro mais uma edição do Seminário Intermunicipal de Educação aconteceu nesta última semana, reunindo educadores dos municípios do norte e noroeste fluminense. O local escolhido mais uma vez foi o Teatro Municipal Trianon com capacidade para mais novecentas pessoas. Foram três dias de conferência com mais renomados palestrantes do país, a exemplo de Celso Vasconcelos, Pedro Demo e Fábio Barbirato. Ao professor Wainer e toda sua equipe os aplausos por mais este evento de qualidade e comprometimento social com a causa da Educação.
Cordel e Fanfarra da Secretaria de Educação de Campos no Intermunicipal
(foto: Salvadora Cruz, animadora cultural e atriz no Cordel)

Parte cultural da programação do Seminário Intermunicipal de Educação se apresentou o Cordel das Festas Populares, espetáculo teatral encenado pelos Animadores Culturais e a Banda de Fanfarra formada pelos Instrutores de Banda. O convite feito pelo organizador do evento a Secretária de Educação Auxiliadora Freitas brindou a participação dos conferencistas presentes.
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